Tudo que você precisa saber sobre economia criativa

A economia criativa está em pleno crescimento e gera mais renda para diversos profissionais no mundo todo. Entenda mais sobre o assunto.

Você já ouviu falar em economia criativa? Este setor está em pleno crescimento e gera cada vez mais renda e trabalho para diversos profissionais no mundo todo. Esse conceito se refere ao uso da criatividade, cultura e capital intelectual para produção e comercialização de produtos e serviços.

Esse nicho de mercado tem o objetivo de aproveitar o potencial criativo e intelectual das pessoas e trabalhar de forma sustentável.

Quer saber mais sobre economia criativa? Fique com a gente até o final do artigo!

O que é economia criativa?

Se a economia é a ciência que analisa e regula a produção, a distribuição e o consumo de produtos e serviços, imagine quando esse conceito se junta à criatividade, que está relacionada à criação de soluções inovadoras para resolver algum problema?

Resumidamente, podemos dizer que a economia criativa são ideias e processos que exploram o valor econômico da imaginação humana. É a criação, produção e distribuição de bens e serviços criativos.

Em outras palavras, é um conjunto de atividades econômicas que possuem a criatividade em seu DNA e tem como um dos seus pilares, a sustentabilidade. O resultado, são produtos e serviços que utilizam capital intelectual e cultural na sua produção, gerando valor para o público, para quem produz ou para ambos.

É certamente um conceito que anda de mãos dadas com a inovação.

Quer alguns exemplos? A economia criativa está presente em diversas áreas do mercado, desde a composição de uma música até o desenvolvimento de um aplicativo que resolva algum problema do cotidiano das pessoas.

Como surgiu a economia criativa?

O termo economia criativa começou a ser usado na década de 1980, quando Margareth Thatcher, que era primeira-ministra da Inglaterra, divulgou um relatório reconhecendo a importância e a força da tecnologia e cultura dentro do contexto econômico do país.

Entretanto, as atividades que hoje fazem parte da economia criativa já existem há muitos anos. Diferentemente dos setores tradicionais da economia, este setor está associado a produtos com foco no conhecimento artístico, cultural e tecnológico, com geração de receita a partir das experiências, lazer e facilidades geradas.

Porém, a economia criativa não é apenas formada por artistas e pessoas da área de tecnologia. Encontramos dentro desse ramo atividades como publicidade, design, jornalismo, rádio e televisão, cinema, artesanato e arquitetura.

Quais são os segmentos da economia criativa

Como já falamos a economia criativa está muito presente no dia a dia das pessoas e, no Brasil, é dividida em quatro grandes áreas, com 13 segmentos no total.

E quais são estas 4 grandes áreas?

Consumo

São os produtos e serviços destinados ao consumidor final. Dentro dessa área, estão os segmentos de publicidade e marketing, arquitetura, design e moda.

Cultura

São as atividades que reforçam as tradições e a cultura brasileira, como por exemplo o carnaval. Estes são os segmentos que estão nesse bloco: expressões culturais, patrimônio e artes, música e artes cênicas.

Tecnologia

São os negócios de tecnologia que fazem parte da economia criativa, ou seja, as soluções digitais. Os segmentos de pesquisa e desenvolvimento, biotecnologia e tecnologia da informação e comunicação fazem parte desse grupo.

Mídias

Aqui estão os negócios dos segmentos editorial e audiovisual, ou seja, desenvolvimento, distribuição, programação e transmissão de conteúdos.

As tendências da economia criativa para os próximos anos

Já falamos que um dos pilares da economia criativa é a sustentabilidade, e propor novas formas de consumo e evitar a degradação do meio ambiente é essencial para a sobrevivência da humanidade.

Além disso, sem inovação e criatividade, muitos negócios teriam que fechar suas portas. Já imaginou o que seria da economia durante a pandemia se não houvesse soluções criativas no meio dessa crise?

Certamente, a maioria das profissões do futuro vão atuar dentro da economia criativa. De acordo com pesquisa feita em 2017 pela consultoria Ernst & Young, até 2025, um em cada três postos de trabalho serão substituídos por robôs.

Isso mostra que a tecnologia irá acabar com muitos postos de trabalho, mas a demanda por profissionais de tecnologia e por pessoas criativas, que pensam fora da caixa, irá aumentar.

Além da área de tecnologia, onde se destacam as profissões do futuro como desenvolvedores de aplicativos ou analistas de Big Data, nenhuma máquina consegue substituir o trabalho criativo que um ser humano faz.

Por isso, áreas como música, teatro, museologia, jornalismo, marketing e arquitetura vão se destacar.

Para finalizar, a economia criativa é um dos setores de destaque em rentabilidade e geração de empregos, além de contribuir para o bem-estar e desenvolvimento da sociedade.

Nina do NAC

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